Mococa, 28 de Fevereiro de 2021



Metalúrgicos da Breda, em Mococa, conquistam PLR

IMG 20201023 WA0007 540x262 Metalúrgicos da Breda, em Mococa, conquistam PLR

O Sindicato dos Metalúrgicos de Mococa e região conquistou para os 22 trabalhadores da metalúrgica Breda a Participação nos Lucros ou Resultados (PLR).

O benefício será pago no próximo dia 30 de outubro.

Para Francisco Sales Gabriel Fernandes, o Chiquinho, presidente do Sindicato e vice-presidente da Federação dos Metalúrgicos do Estado de SP, a PLR deve ser paga para todos os trabalhadores, não importa o tamanho da empresa: se grande, média ou pequena. “Todos são metalúrgicos e merecem reconhecimento e este benefício econômico”.

A Breda produz componentes eletrônicos e transformadores, entre outros, e está localizada em Mococa, no KM 271 da Rodovia SP 340.

Consciência, responsabilidade e ação

IMG 20200604 WA0026 540x361 Consciência, responsabilidade e ação

O Brasil já superou o triste e trágico número de 150 mil mortos pela covid-19, principalmente em razão da falta de uma coordenação nacional de combate à pandemia. Mas a sociedade brasileira não pode se deixar levar pelos descuidos do governo nesta área da saúde e relaxar diante do coronavírus.

Precisamos ter maturidade e responsabilidade. Usar máscara, higienizar-se constantemente e evitar aglomerações são ainda as melhores práticas de prevenção.

Vale lembrar que a Europa voltou a fechar bares, restaurantes e outros estabelecimentos para tentar conter uma nova grande onda de casos de coronavírus.

Nós, do Sindicato dos Metalúrgicos de Mococa e região, temos desde o início da pandemia notificado as empresas de nossa base, inclusive chamando a vigilância sanitária para confirmar se elas realmente estão adotando as medidas de prevenção e exigindo relatórios destas fiscalizações.
A saúde do trabalhador e de toda a família metalúrgica é e sempre será uma de nossas principais prioridades!

PLR – Uma boa notícia é que as pequenas empresas metalúrgicas de nossa base, perante um mercado industrial aquecido, estão conscientes da importância de a categoria ter mais dinheiro no bolso para consumir, enfrentar o aperto deste momento de crise e manter a economia em movimento. Neste sentido, estamos conseguindo fechar bons acordos de Participação nos Lucros ou Resultados (PLR) para os trabalhadores e trabalhadoras das pequenas empresas. A categoria merece este reconhecimento!

Francisco Sales Gabriel Fernandes, o Chico do Sindicato
Presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de Mococa e região e vice-presidente da Federação dos Metalúrgicos do Estado de SP

Trabalho Decente é crucial para o Brasil se desenvolver

 Trabalho Decente é crucial para o Brasil se desenvolver

Celebramos em 7 de outubro o Dia Mundial do Trabalho Decente, que segundo a Organização Internacional do Trabalho (OIT) é aquele “adequadamente remunerado, exercido em condições de liberdade, equidade e segurança e capaz de garantir uma vida digna”. Para o Sindicato dos Metalúrgicos de Mococa e região, o Estado brasileiro e a classe empresarial não podem ficar alheios a este tema e devem colocar em prática uma agenda que garanta o Trabalho Decente à classe trabalhadora em todo o País.

Neste sentido, o presidente do Sindicato, Francisco Sales Gabriel Fernandes, o Chico do Sindicato, faz uma crítica ao neoliberalismo que vem sendo adotado há anos em vários países, inclusive no Brasil. “É um modelo político-econômico feito para manter os privilégios de uma minoria, excluir a maioria da população, destruir a força do movimento sindical e precarizar as relações entre patrões e empregados. É impossível haver Trabalho Decente em um sistema neoliberal”, diz Chico do Sindicato, também vice-presidente da Federação dos Metalúrgicos do Estado de São Paulo.

A Força Sindical, inclusive, soltou uma importante nota no dia 7 de outubro exigindo que o governo e os empregadores “desenvolvam políticas públicas e privadas destinadas a fortalecer a negociação coletiva, o diálogo social e a negociação tripartite como uma forma eficaz para a implementação imediata da agenda do Trabalho Decente, estabelecido pela OIT, e que tem sido uma constante reivindicação do movimento sindical e dos trabalhadores brasileiros”. A central rejeita as políticas de ajustes e reformas trabalhistas, inclusive as medidas provisórias emergenciais que retiraram direitos, tornaram o trabalho precário e aprofundaram ainda mais a pobreza e as desigualdades sociais em nosso País.

Crise sanitária e pandemia - A Covid-19, além de evidenciar a fragilidade, as falhas e os graves problemas estruturais do neoliberalismo no Brasil e no mundo, tem causado desastrosos impactos econômicos e sociais, com números alarmantes de milhões de desempregados, queda acentuada do PIB e aumento da miséria em quase todos os países da América, do Caribe e de outros continentes. Os governos, empregadores, trabalhadores e setores democráticos devem investir no diálogo, na negociação coletiva e na construção de um novo modelo de desenvolvimento mais justo e humano, que corresponda aos anseios da grande maioria da população. “Isto só será possível com mais empregos, Trabalho Decente, salários dignos, respeito aos direitos, investimentos em Saúde e na Seguridade Social, sindicalismo forte e atuante e democracia em constante desenvolvimento, sem retrocessos”, diz Chico do Sindicato.

*a foto que ilustra esta matéria foi feita antes da pandemia

Renda, emprego, justiça e desenvolvimento

ChicodoSindicato Renda, emprego, justiça e desenvolvimento

A Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua do IBGE registra que o desemprego atingiu 13,8% (13,13 milhões de pessoas) no trimestre maio, junho e julho deste ano.

Este número é ainda maior e mais trágico se somarmos os milhões de desalentados, que sequer procuram emprego (ainda mais diante das dificuldades ampliadas pela Covid-19), os subocupados e os que estão na informalidade sem direitos.

Por isto, é fundamental garantirmos mais 2 parcelas do seguro-desemprego e a volta do auxílio emergencial de R$ 600 reais mensais até no mínimo dezembro ou até quando durar a crise do coronavírus.

Vale a pena divulgar e assinar o abaixo-assinado (clique aqui), criado pelas centrais sindicais, e exigir que o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, abra os debates e coloque em votação a medida provisória 1.000, do governo, que reduziu o auxílio para apenas 300 reais.

Precisamos também fazer com que o Congresso Nacional derrube o veto do governo Bolsonaro à desoneração da folha de pagamento das empresas, pois, se o veto permanecer, o País perderá outros 1,5 milhões de postos de trabalho, piorando ainda mais a crise e colocando mais famílias em risco social.

A desoneração da folha, vale lembrar, é uma reivindicação justa, inclusive para a Previdência Social, e portanto é de interesse igual entre a classe trabalhadora, o movimento sindical e os empresários que não querem demitir, defendem a retomada do desenvolvimento econômico e precisam ter um alívio tributário como incentivo para contratar.

Neste sentido, defendemos também que nos debates da futura reforma tributária haja um consenso em nome da justiça tributária, que alivie o imposto de renda para os salários (com a devida correção da tabela do imposto de renda), desafogue a carga tributária para os setores produtivos e garanta a taxação das fortunas, riquezas e lucros enviados para o exterior, por uma distribuição de renda que acabe definitivamente com as desigualdades, a pobreza e a miséria no Brasil.

Outra reforma que devemos atentar é para a administrativa, pois não podemos deixar que o governo federal mantenha os privilégios dos “tubarões”, destrua os serviços públicos de interesse da população e continue perseguindo com atos, palavras e fakenews os servidores que prestam um atendimento de qualidade e merecem, na verdade, muito mais valorização, reconhecimento e respeito.

Francisco Sales Gabriel Fernandes, o Chico do Sindicato

Presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de Mococa e vice-presidente da Federação dos Metalúrgicos do Estado de SP.

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