Mococa, 15 de Agosto de 2022



PLR conquistada na Techto Brasil de Santa Rosa do Viterbo

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Mais uma Participação nos Lucros ou Resultados (PLR) foi conquistada pelo Sindicato dos Metalúrgicos de Mococa e Região.

Na segunda, 27 de junho de 2022, a PLR aprovada em assembleia foi para os 60 trabalhadores da empresa Techto Brasil, fabricante de compressores e parafusos, localizada em Santa Rosa do Viterbo/SP.

Segundo o presidente do Sindicato e vice-presidente da Federação dos Metalúrgicos do Estado de São Paulo, Francisco Sales, o Chico, o benefício será pago em duas parcelas: a primeira em 30 de junho e a segunda em 31 de outubro de 2022.

“Sem Sindicato não há luta organizada nem conquista”, diz Chico do Sindicato.

Contribuir é preciso!

 Contribuir é preciso!

Recente pesquisa do Datafolha mostra que a percepção da população sobre os Sindicatos melhorou. Isto é muito bom para os Sindicatos atuantes, como o Sindicato dos Metalúrgicos de Mococa e Região, pois revela que mesmo diante da destruidora reforma trabalhista de Temer e da crise econômica acelerada pelo Bolsonaro, nós resistimos e continuamos defendendo os interesses da classe trabalhadora.

Neste sentido, vale também saudar a decisão da segunda turma do Tribunal Superior do Trabalho rejeitando um recurso do Ministério Público do Trabalho para que um sindicato de trabalhadores de Guarulhos e duas empresas do mesmo município “se abstivessem de incluir, em normas coletivas, cláusulas que prevejam contribuição das empresas ou dos sindicatos da categoria econômica em benefício do sindicato profissional”.

Concordamos com o TST, no entender que este tipo de vedação inibiria a celebração das convenções e dos acordos coletivos de trabalho e seria uma afronta ao princípio constitucional da liberdade sindical. Vale lembrar que em breve lançaremos a nossa campanha salarial e a chamada taxa negocial, prevista há anos em nossas convenções e acordos coletivos, é fundamental para os sindicatos manterem suas estruturas de luta, inclusive jurídicas em defesa dos direitos da categoria metalúrgica, e investirem em ações e amplos benefícios sociais.

Nos países desenvolvidos, da Europa, por exemplo, é muito comum a contribuição patronal/empresarial aos sindicatos de trabalhadores para a realização destas ações, sem interferência da liberdade de ação sindical. Precisamos de no Brasil parar os preconceitos, as fakenews e a injusta perseguição aos sindicatos atuantes, pois somos fundamentais para a retomada do desenvolvimento produtivo e econômico e para conquistar mais poder de compra para os salários dos trabalhadores e trabalhadoras.

Francisco Sales, o Chico
Presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de Mococa e Região e vice-presidente da Federação dos Metalúrgicos do Estado de SP

Cairu tem 2 anos para compensar horas em débito

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O Sindicato dos Metalúrgicos de Mococa realizou na segunda, 13 de maio de 2022, uma assembleia com os trabalhadores e trabalhadoras da Cairu Componentes. Por voto secreto foi aprovado que a empresa terá até dois anos para compensar as horas em débito (o último acordo está vencido), em média de 500 horas por empregado, e que em caso de demissão não será descontado nada do trabalhador.

A Cairu é fabricante de peças e montagem de bicicletas, com 100 empregados, e está localizada no Distrito Industrial 2 de Mococa. “Também conversamos sobre a atual conjuntura política, econômica e social do País e sobre a importância das eleições deste ano para a nossa Democracia”, disse Francisco Sales, o Chico, presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de Mococa e vice-presidente da Federação dos Metalúrgicos do Estado de São Paulo.

 

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Lembre-se das crueldades deste governo

 Lembre se das crueldades deste governo

O que nós afirmamos diariamente, sobre as maldades cometidas por este governo federal e seus aliados, um dia a História irá comprovar. Mas vamos desde já relembrar alguns fatos.

Das quase 670 mil mortes por covid no Brasil, estima-se que mais de 300 mil vidas poderiam ter sido salvas se o atual presidente da República tivesse tratado a trágica pandemia com seriedade.

Mas o dito-cujo ficou brincando, chamando a covid de gripezinha e de jacaré e maricas quem tomasse a vacina, atrasando a vacinação e sabotando governadores e prefeitos.

Está provado que as cidades que adotaram as corretas medidas de prevenção, baseadas nos conhecimentos da ciência, tiveram posteriormente melhores retornos econômicos do que as cidades que deram ouvidos às insanidades do governo federal.

Na condução econômica, o presidente e seu ministro Paulo Guedes foram e são um desastre. Considerando os dados oficiais, o desemprego ainda atinge em torno de 12 milhões de brasileiros. Fora os milhões em trabalhos precários, sem direitos, e os desalentados que desistiram de procurar por falta de oportunidades de trabalho decente.

Outros exemplos são a inflação descontrolada, o alto custo de vida e o preço dos alimentos e demais produtos essenciais nas alturas.

Outra tragédia é o Brasil ter voltado para o mapa da fome. O número de pessoas em insegurança alimentar grave (passando fome) quase duplicou em menos de dois anos: 33,1 milhões de brasileiros encontram-se nesta situação (15,5% da população).

E atenção, não vamos esquecer a mais nova crueldade. Os deputados federais do chamado centrão aprovaram em 1º de junho uma medida que permite aos bancos e instituições financeiras penhorar o único imóvel de uma família para quitar dívidas. A medida faz parte de um projeto de lei do governo e acaba, com a chamada “impenhorabilidade” do imóvel de uma família.

É o presidente (que mente ao dizer que defende as famílias), é o ministro da Economia sem noção e são os deputados do centrão tentando aplicar o cruel modelo norte-americano, favorecendo os bancos que poderão tirar a única moradia de pessoas em dificuldade, sem levar em conta a realidade social e econômica da grande maioria da população brasileira e sem respeitar o lar como um lugar sagrado.

Esperamos que os senadores tenham sensibilidade e derrubem esta crueldade. Estamos de olho!

Francisco Sales, o Chico Presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de Mococa e vice-presidente da Federação dos Metalúrgicos do Estado de São Paulo

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