Mococa, 27 de Julho de 2021



Trabalho Decente é crucial para o Brasil se desenvolver

 Trabalho Decente é crucial para o Brasil se desenvolver

Celebramos em 7 de outubro o Dia Mundial do Trabalho Decente, que segundo a Organização Internacional do Trabalho (OIT) é aquele “adequadamente remunerado, exercido em condições de liberdade, equidade e segurança e capaz de garantir uma vida digna”. Para o Sindicato dos Metalúrgicos de Mococa e região, o Estado brasileiro e a classe empresarial não podem ficar alheios a este tema e devem colocar em prática uma agenda que garanta o Trabalho Decente à classe trabalhadora em todo o País.

Neste sentido, o presidente do Sindicato, Francisco Sales Gabriel Fernandes, o Chico do Sindicato, faz uma crítica ao neoliberalismo que vem sendo adotado há anos em vários países, inclusive no Brasil. “É um modelo político-econômico feito para manter os privilégios de uma minoria, excluir a maioria da população, destruir a força do movimento sindical e precarizar as relações entre patrões e empregados. É impossível haver Trabalho Decente em um sistema neoliberal”, diz Chico do Sindicato, também vice-presidente da Federação dos Metalúrgicos do Estado de São Paulo.

A Força Sindical, inclusive, soltou uma importante nota no dia 7 de outubro exigindo que o governo e os empregadores “desenvolvam políticas públicas e privadas destinadas a fortalecer a negociação coletiva, o diálogo social e a negociação tripartite como uma forma eficaz para a implementação imediata da agenda do Trabalho Decente, estabelecido pela OIT, e que tem sido uma constante reivindicação do movimento sindical e dos trabalhadores brasileiros”. A central rejeita as políticas de ajustes e reformas trabalhistas, inclusive as medidas provisórias emergenciais que retiraram direitos, tornaram o trabalho precário e aprofundaram ainda mais a pobreza e as desigualdades sociais em nosso País.

Crise sanitária e pandemia - A Covid-19, além de evidenciar a fragilidade, as falhas e os graves problemas estruturais do neoliberalismo no Brasil e no mundo, tem causado desastrosos impactos econômicos e sociais, com números alarmantes de milhões de desempregados, queda acentuada do PIB e aumento da miséria em quase todos os países da América, do Caribe e de outros continentes. Os governos, empregadores, trabalhadores e setores democráticos devem investir no diálogo, na negociação coletiva e na construção de um novo modelo de desenvolvimento mais justo e humano, que corresponda aos anseios da grande maioria da população. “Isto só será possível com mais empregos, Trabalho Decente, salários dignos, respeito aos direitos, investimentos em Saúde e na Seguridade Social, sindicalismo forte e atuante e democracia em constante desenvolvimento, sem retrocessos”, diz Chico do Sindicato.

*a foto que ilustra esta matéria foi feita antes da pandemia

Renda, emprego, justiça e desenvolvimento

ChicodoSindicato Renda, emprego, justiça e desenvolvimento

A Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua do IBGE registra que o desemprego atingiu 13,8% (13,13 milhões de pessoas) no trimestre maio, junho e julho deste ano.

Este número é ainda maior e mais trágico se somarmos os milhões de desalentados, que sequer procuram emprego (ainda mais diante das dificuldades ampliadas pela Covid-19), os subocupados e os que estão na informalidade sem direitos.

Por isto, é fundamental garantirmos mais 2 parcelas do seguro-desemprego e a volta do auxílio emergencial de R$ 600 reais mensais até no mínimo dezembro ou até quando durar a crise do coronavírus.

Vale a pena divulgar e assinar o abaixo-assinado (clique aqui), criado pelas centrais sindicais, e exigir que o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, abra os debates e coloque em votação a medida provisória 1.000, do governo, que reduziu o auxílio para apenas 300 reais.

Precisamos também fazer com que o Congresso Nacional derrube o veto do governo Bolsonaro à desoneração da folha de pagamento das empresas, pois, se o veto permanecer, o País perderá outros 1,5 milhões de postos de trabalho, piorando ainda mais a crise e colocando mais famílias em risco social.

A desoneração da folha, vale lembrar, é uma reivindicação justa, inclusive para a Previdência Social, e portanto é de interesse igual entre a classe trabalhadora, o movimento sindical e os empresários que não querem demitir, defendem a retomada do desenvolvimento econômico e precisam ter um alívio tributário como incentivo para contratar.

Neste sentido, defendemos também que nos debates da futura reforma tributária haja um consenso em nome da justiça tributária, que alivie o imposto de renda para os salários (com a devida correção da tabela do imposto de renda), desafogue a carga tributária para os setores produtivos e garanta a taxação das fortunas, riquezas e lucros enviados para o exterior, por uma distribuição de renda que acabe definitivamente com as desigualdades, a pobreza e a miséria no Brasil.

Outra reforma que devemos atentar é para a administrativa, pois não podemos deixar que o governo federal mantenha os privilégios dos “tubarões”, destrua os serviços públicos de interesse da população e continue perseguindo com atos, palavras e fakenews os servidores que prestam um atendimento de qualidade e merecem, na verdade, muito mais valorização, reconhecimento e respeito.

Francisco Sales Gabriel Fernandes, o Chico do Sindicato

Presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de Mococa e vice-presidente da Federação dos Metalúrgicos do Estado de SP.

Metalúrgicos aprovam pauta e assinam autorização para as conquistas da campanha salarial 2020

 Metalúrgicos aprovam pauta e assinam autorização para as conquistas da campanha salarial 2020

O Sindicato dos Metalúrgicos de Mococa e Região realizou inúmeras assembleias da Campanha Salarial 2020, nas portas de fábrica, com a aprovação por parte da grande maioria da categoria metalúrgica da pauta de reivindicações e com a autorização por meio de assinaturas dos trabalhadores e das trabalhadoras para o Sindicato e a Federação dos Metalúrgicos do Estado de São Paulo assinarem os Acordos e a Convenção Coletiva de Trabalho.

A Campanha Salarial 2020 é unificada com os demais sindicatos filiados à Federação e à Força Sindical, representando em torno de 800 mil metalúrgicos em todo o Estado de SP, com data-base em 1º de novembro, na luta por reajuste salarial digno e manutenção das cláusulas, conquistas e direitos da Convenção Coletiva de Trabalho, que são superiores à legislação.

A pauta de reivindicações foi entregue para os sindicatos patronais nesta quinta, 24 de setembro, de forma eletrônica, respeitando assim o distanciamento social recomendado pelos cientistas, profissionais da saúde e autoridades responsáveis pelo combate à propagação do coronavírus.

Para Francisco Sales Gabriel Fernandes, o Chico, presidente do Sindicato e vice-presidente da Federação dos Metalúrgicos do Estado de SP, mesmo em um momento econômico, político e social difícil para o País, com a crise acentuada pela Covid-19, o setor metal-mecânico não sucumbiu, tendo inclusive melhorado de situação produtiva nos últimos três meses.

“Neste cenário produtivo para o nosso setor, temos certeza que faremos boas negociações, de alto nível, com os grupos patronais ou diretamente com os empresários, conquistando o reajuste salarial, o abono e a manutenção das cláusulas sociais da Convenção”, diz Chico do Sindicato.

Vale destacar que o INPC/IBGE deverá estar em novembro, período da data-base da categoria, entre 3 e 3,5%, sendo este o parâmetro para a conquista do reajuste e do abono salarial. Os constantes aumentos do custo da cesta básica também devem entrar na mesa de negociação, para que os patrões levem em consideração esta dura realidade no cotidiano das famílias.

“A categoria metalúrgica merece ser reconhecida pelo esforço de não parar a produção, mesmo neste período da pandemia, precisa ter a garantia das conquistas anteriores dos Acordos e da Convenção Coletiva e os salários dos trabalhadores precisam voltar a ter poder de compra para o sustento de suas famílias, para manter o consumo aquecido e a roda da economia continuar girando sem parar, sem estagnação. Todos ganharão com isto: a classe trabalhadora, os empresários, a economia e a sociedade de um modo geral”, diz Chico do Sindicato.

 Metalúrgicos aprovam pauta e assinam autorização para as conquistas da campanha salarial 2020

 Metalúrgicos aprovam pauta e assinam autorização para as conquistas da campanha salarial 2020

 Metalúrgicos aprovam pauta e assinam autorização para as conquistas da campanha salarial 2020

 Metalúrgicos aprovam pauta e assinam autorização para as conquistas da campanha salarial 2020

 Metalúrgicos aprovam pauta e assinam autorização para as conquistas da campanha salarial 2020

 Metalúrgicos aprovam pauta e assinam autorização para as conquistas da campanha salarial 2020

 Metalúrgicos aprovam pauta e assinam autorização para as conquistas da campanha salarial 2020

 Metalúrgicos aprovam pauta e assinam autorização para as conquistas da campanha salarial 2020

 Metalúrgicos aprovam pauta e assinam autorização para as conquistas da campanha salarial 2020

Assembleia na Chiaperini de mobilização da Campanha Salarial 2020

 Assembleia na Chiaperini de mobilização da Campanha Salarial 2020

Os trabalhadores da metalúrgica Chiaperini, de Santa Rosa do Viterbo, aprovaram em assembleia no dia 24 de setembro a pauta de reivindicações da Campanha Salarial 2020 que foi entregue neste mesmo dia aos grupos patronais. Os trabalhadores também assinaram autorização para o Sindicato dos Metalúrgicos de Mococa e região e a Federação dos Metalúrgicos do Estado de São Paulo assinarem os Acordos e a Convenção Coletiva de Trabalho.

A Campanha Salarial 2020 é unificada com os demais sindicatos filiados à Federação e à Força Sindical, representando em torno de 800 mil metalúrgicos em todo o Estado de SP, com data-base em 1º de novembro, na luta por reajuste salarial digno e manutenção das cláusulas, conquistas e direitos da Convenção Coletiva de Trabalho, que são superiores à legislação.

A assembleia foi conduzida por Francisco Sales Gabriel Fernandes, o Chico, presidente do Sindicato e vice-presidente da Federação.

 Assembleia na Chiaperini de mobilização da Campanha Salarial 2020  Assembleia na Chiaperini de mobilização da Campanha Salarial 2020  Assembleia na Chiaperini de mobilização da Campanha Salarial 2020  Assembleia na Chiaperini de mobilização da Campanha Salarial 2020

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